FLEXÕES VERBAIS
Pessoa = varia a forma verbal para indicar a pessoa gramatical a que se refere.
1ª pessoa - orador (que fala)
2ª pessoa - interlocutor (com quem se fala)
3ª pessoa - assunto (de que se fala)
Número = varia a forma verbal para indicar o número de sujeitos a que se refere
Singular - refere-se a um único sujeito. Por exemplo, o menino fala.
Plural - refere-se a mais de um sujeito. Por exemplo, os meninos falam.
Tempo = varia a forma verbal para indicar o tempo em que o fato ocorre.
Presente - indica que a ação acontece durante o momento em que se fala. Por exemplo, eu estudo.
Pretérito - indica que a ação aconteceu antes de se falar. Por exemplo, eu estudei.
Futuro - indica que a ação vai acontecer depois de se falar. Por exemplo, eu estudarei.
Modo = varia a forma verbal para indicar o modo em que ocorre o fato.
Indicativo - indica uma certeza, uma realidade. Por exemplo, eu sempre estudo.
Subjuntivo - indica uma dúvida, uma possibilidade. Por exemplo, talvez eu estude amanhã.
Imperativo - indica uma ordem, um pedido. Por exemplo, estuda agora, menino.
Além dos três modos verbais, existem as três formas nominais, observe:
Infinitivo - passa a substantivo. Por exemplo, o correr…
Gerúndio - passa a substantivo. Por exemplo, o formando…
Particípio - passa a substantivo ou adjetivo. Por exemplo, o feito… e o trabalho realizado.
Voz = indica se o sujeito pratica ou recebe a ação.
Ativa - o sujeito pratica a ação, por isso é um sujeito agente. Por exemplo, o soldado invadiu o velho casarão.
Passiva - o sujeito sofre a ação, por isso é um sujeito paciente. Por exemplo, o velho casarão foi invadido pelo soldado(forma analítica); invadiu-se um velho casarão(forma sintética ou pronominal).
Reflexiva - o sujeito pratica e recebe a ação. Por exemplo, eu me olhei ao espelho. A menina feriu-se. A moça vestiu-se rapidamente.
Regência Verbal e Nominal
Definição:
Dá-se o nome de regência à relação de subordinação que ocorre entre um verbo (ou um nome) e seus complementos. Ocupa-se em estabelecer relações entre as palavras, criando frases não ambíguas, que expressem efetivamente o sentido desejado, que sejam corretas e claras.
REGÊNCIA VERBAL
Termo Regente: VERBO
A regência verbal estuda a relação que se estabelece entre os verbos e os termos que os complementam (objetos diretos e objetos indiretos) ou caracterizam (adjuntos adverbiais).
O estudo da regência verbal permite-nos ampliar nossa capacidade expressiva, pois oferece oportunidade de conhecermos as diversas significações que um verbo pode assumir com a simples mudança ou retirada de uma preposição. Observe:
A mãe agrada o filho. -> agradar significa acariciar, contentar.
A mãe agrada ao filho. -> agradar significa "causar agrado ou prazer", satisfazer.
Logo, conclui-se que "agradar alguém" é diferente de "agradar a alguém".
Saiba que:
O conhecimento do uso adequado das preposições é um dos aspectos fundamentais do estudo da regência verbal (e também nominal). As preposições são capazes de modificar completamente o sentido do que se está sendo dito. Veja os exemplos:
Cheguei ao metrô.
Cheguei no metrô.
No primeiro caso, o metrô é o lugar a que vou; no segundo caso, é o meio de transporte por mim utilizado. A oração "Cheguei no metrô", popularmente usada a fim de indicar o lugar a que se vai, possui, no padrão culto da língua, sentido diferente. Aliás, é muito comum existirem divergências entre a regência coloquial, cotidiana de alguns verbos, e a regência culta.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Para alunos do 9º Ano / Regência verbal e Nominal
REGÊNCIA Verbal / Exercícios
a) Ele assistia com carinho os enfermos daquele hospital.
b) Não quero assistir esse espetáculo.
c) Carlos sempre assistiu em Belo Horizonte.
d) Não deixe de assistir àquele jogo.
2) Há erro de regência verbal na opção seguinte:
a) Aspirou profundamente o forte odor do café.
b) Ela não pode visar o passaporte.
c) Todos visam uma vida de paz.
d) Ali as pessoas aspiravam à fama.
3) Aponte a frase que apresenta incorreção de regência verbal.
a) Mário pagou o carro.
b) A moça perdoou a indiscrição do colega.
c) Antônio deixou de pagar o ajudante ontem.
d) Perdoemos aos que nos ofendem.
4) Marque o erro de regência verbal.
a) Prefiro estudar que trabalhar.
b) À cerveja prefiro o leite.
c) Prefiro leite a cerveja.
d) Prefiro este nome àquele que ele propôs.
5) Está perfeita a regência verbal na alternativa:
a) O professor procedeu a chamada.
b) Sua permanência implicará grande prejuízo a todos.
c) Devemos obedecer o regulamento.
d) Irei na sua casa logo mais.
6) Assinale a frase que não pode ser completada com o que vai nos parênteses.
a) Pagarei......alguns empregados hoje à noite. (a)
b) Naquela época, meu sobrinho assistia......Belo Horizonte. (em)
c) Não implique......o colega. (com)
d) Quando morava no campo, aspirava.......ar puro e sentia-se bem. (ao)
7) Está perfeita a regência verbal somente na seguinte alternativa:
a) A festa que ele compareceu foi ótima.
b) O livro que ele gosta muito desapareceu.
c) A empresa por que ele tanto se esforçou acabou falindo.
d) O cargo que tu aspiravas já foi preenchido.
8) Nas frases seguintes, todas com o pronome CUJO, há uma com erro de regência
verbal. Assinale-a.
a) Esta é a criança cujo pai deseja falar-nos.
b) Paulo, por cujas atitudes não me responsabilizo, deixou a firma.
c) Luís, contra cujas idéias sempre lutei, hoje é meu amigo.
d) Está lá fora o homem cujas ideias jamais acreditei.
9) Está correta a regência da frase:
a) O filme que assistimos é excelente.
b) O emprego que aspirávamos era apenas um sonho.
c) O documento que visei era falso.
10) Marque a alternativa em que ocorre erro na substituição por pronome átono.
a) Obedeci ao professor. / Obedeci-lhe.
b) Encontrei os animais na rua. / Encontrei-os na rua.
c) Toquei o seu braço. / Toquei-lhe o braço.
d) Visitou a amiga no hospital. / Visitou-lhe no hospital.
11) Só há erro de regência em:
a) Não sei onde ele será levado.
b) Ali está o comerciante a quem mandei a notificação.
c) Nós o trouxemos ontem.
d) Responda às questões seguintes.
12) Marque o erro de regência verbal.
a) Assistimos, extasiados, o espetáculo.
b) Alguém está assistindo o doente?
c) Aspirávamos o perfume das rosas.
d) Todos aspiram à paz.
13) Há erro de regência verbal em:
a) Eu lhe quero muito.
b) Eu o quero muito.
c) Paula namorava com alguém daquela família.
d) Todos perdoaram ao jovem.
14) Preencha as lacunas e anote a alternativa adequada.
Cientifico-.......de que a posse foi adiada.
Poucos.......entendem.
Meus irmãos.........obedecerão.
a) o - o - lhe
b) lhe - lhe - lhe
c) o - o - o
d) o - lhe – lhe
15) ( GAMA FILHO) Assinale a frase em que há erro de regência verbal.
a) O desmatamento implica destruição e fome.
b) Chegamos na cidade antes do anoitecer.
c) Jonas reside na Rua das Marrecas.
d) Avisei-o de que devia partir.
e) Os ambientalistas assistiram a uma conferência.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Dia 08 de março dia Internacional da Mulher
Ser Mulher
Mulher
Semente...
SER-mente...
SER que faz gente,
SER que faz a gente.
Mulher
SER guerreiro, guerrilheiro,
lutador...
multimidia, multitarefa,
multifaceta, multi-acaso...
multi-coração...
Mulher
SER que dá conta,
que vai além da conta,
que multiplica,
divide, soma e subtrai,
sem perder a conta,
sem se dar conta, de que
esse século foi seu parto,
na direção de seu espaço,
de seu lugar de direito e de fato,
de seu mundo que lhe foi
usurpado e que agora é
por ela ocupado.
MULHER...
Esse SER florado,
esse SER adorado,
esse SER adornado,
que nos poem em um tornado,
nos deixa saciado e
transtornado,
que nos faz explodir
e sentir extasiado.
SER admirado...
MULHER...
Nesse final de milénio,
faça a transição.
Tire de seu coração a semente
que vai mudar toda a gente
levando o mundo a ser mais gente...
Um mundo mais feminino,
mais rosado e sensibilizado,
mais equilibrado e perfumado...
PARABENS MULHER !!!
Não pelo oito de marco,
nem pelo beijo e pelo abraço,
nem pelo cheiro e pelo amaço.
Mas por ser o que és...
Humus da humanidade,
Raiz da sensibilidade,
Tronco da multiplicidade,
Folhas da serenidade,
Flores da fertilidade,
Frutos da eternidade...
Essencia da natureza humana.
Parabéns...
Um abraço, Madalena.
Mulher
Semente...
SER-mente...
SER que faz gente,
SER que faz a gente.
Mulher
SER guerreiro, guerrilheiro,
lutador...
multimidia, multitarefa,
multifaceta, multi-acaso...
multi-coração...
Mulher
SER que dá conta,
que vai além da conta,
que multiplica,
divide, soma e subtrai,
sem perder a conta,
sem se dar conta, de que
esse século foi seu parto,
na direção de seu espaço,
de seu lugar de direito e de fato,
de seu mundo que lhe foi
usurpado e que agora é
por ela ocupado.
MULHER...
Esse SER florado,
esse SER adorado,
esse SER adornado,
que nos poem em um tornado,
nos deixa saciado e
transtornado,
que nos faz explodir
e sentir extasiado.
SER admirado...
MULHER...
Nesse final de milénio,
faça a transição.
Tire de seu coração a semente
que vai mudar toda a gente
levando o mundo a ser mais gente...
Um mundo mais feminino,
mais rosado e sensibilizado,
mais equilibrado e perfumado...
PARABENS MULHER !!!
Não pelo oito de marco,
nem pelo beijo e pelo abraço,
nem pelo cheiro e pelo amaço.
Mas por ser o que és...
Humus da humanidade,
Raiz da sensibilidade,
Tronco da multiplicidade,
Folhas da serenidade,
Flores da fertilidade,
Frutos da eternidade...
Essencia da natureza humana.
Parabéns...
Um abraço, Madalena.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
10 passos da redação nota 10
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Paródia.
O que é?
Para elaborar uma paródia, é fundamental entender que ela é uma brincadeira que fazemos com textos, como poemas, letras de músicas, provérbios e, por que não, hinos de agremiações esportivas. Na paródia, o significado do texto é modificado com o objetivo de produzir humor. Veja dois exemplos de paródias de provérbios:
“Quem sai na chuva é pra se queimar”. (Vicente Matheus)
O provérbio que serviu foi base para a paródia “Quem sai na chuva é pra se molhar” e o efeito humorístico foi obtido pela substituição do último vocábulo por palavra de sentido oposto.
“Em terra de cego, quem tem um olho é estrangeiro”. (Millôr Fernandes)
O provérbio “Em terra de cego, quem tem um olho é rei” possibilitou a substituição de rei por estrangeiro e a consequente alusão à mentalidade do brasileiro no que se refere à super valorização do que é exterior.
Como fazer?
Uma vez entendida a paródia, veja como ela pode ser feita em relação ao assunto proposto. Não raro, encontramos jovens torcedores deste ou daquele time que, querendo brincar com seu adversário no plano esportivo, não sabem como fazê-lo. Oferecemos aqui uma opção.
A paródia de um hino de clube pode ser feita basicamente de duas maneiras.
Vejamos um exemplo específico: se a pessoa é palmeirense e deseja brincar com os torcedores de times concorrentes, ela pode escolher seu próprio hino e reescrever a letra, elogiando o seu time e, ao mesmo tempo, criticando as outras agremiações.
A segunda opção é que o palmeirense pegue o hino do time adversário (por exemplo, o do São Paulo) e reescreva-o de tal sorte que o hino, que deveria ser uma exaltação, passe a ser uma “autocrítica”.
Lembre-se, portanto, que há dois procedimentos diferentes, neste caso, para a elaboração da paródia.
Vejamos como ela poderia ficar, observando que o texto abaixo é apenas uma das muitas possibilidades existentes.
Procedimento 1: o palmeirense utiliza o seu próprio hino para brincar com os adversários.
"Quando surge o Alviverde imponente. No gramado o Corinthians o aguarda. . Ele sabe o que vem pela frente Goleada, a derrota não tarda.
Até mesmo o tão forte São Paulo. Que ainda pensa que é o maior. Vai largando a arrogância de vez. Quando perde pra nós na final".
Observe que no texto parodiado mantivemos várias das expressões originais e modificamos totalmente outros versos, principalmente os do final da estrofe.
Procedimento 2: o palmeirense utiliza o hino do adversário (São Paulo) para brincar com ele.
"Olhe o Tricolor paulista. Um dos times brasileiros. Eras forte, eras belo. Dentre os grandes és o segundo.
Oh! Tricolor. Clube derrotado. As tuas glórias. São do passado".
Lembre-se de que você deve fazer paródias com elegância. Em hipótese alguma utilize uma linguagem menor, que deponha contra você e, consequentemente, contra o seu próprio time. A paródia aqui proposta é uma brincadeira saudável, jamais uma forma de expressar ideias para magoar quem quer que seja. Portanto, tenha sempre em mente que sua intenção é elaborar um texto bem-humorado. A paixão pelo futebol não deve se misturar a sentimentos mesquinhos.
(Granatic, Branca. Redação: humor e criatividade. São Paulo: Scipione, p.49-51, 1997.)
Para elaborar uma paródia, é fundamental entender que ela é uma brincadeira que fazemos com textos, como poemas, letras de músicas, provérbios e, por que não, hinos de agremiações esportivas. Na paródia, o significado do texto é modificado com o objetivo de produzir humor. Veja dois exemplos de paródias de provérbios:
“Quem sai na chuva é pra se queimar”. (Vicente Matheus)
O provérbio que serviu foi base para a paródia “Quem sai na chuva é pra se molhar” e o efeito humorístico foi obtido pela substituição do último vocábulo por palavra de sentido oposto.
“Em terra de cego, quem tem um olho é estrangeiro”. (Millôr Fernandes)
O provérbio “Em terra de cego, quem tem um olho é rei” possibilitou a substituição de rei por estrangeiro e a consequente alusão à mentalidade do brasileiro no que se refere à super valorização do que é exterior.
Como fazer?
Uma vez entendida a paródia, veja como ela pode ser feita em relação ao assunto proposto. Não raro, encontramos jovens torcedores deste ou daquele time que, querendo brincar com seu adversário no plano esportivo, não sabem como fazê-lo. Oferecemos aqui uma opção.
A paródia de um hino de clube pode ser feita basicamente de duas maneiras.
Vejamos um exemplo específico: se a pessoa é palmeirense e deseja brincar com os torcedores de times concorrentes, ela pode escolher seu próprio hino e reescrever a letra, elogiando o seu time e, ao mesmo tempo, criticando as outras agremiações.
A segunda opção é que o palmeirense pegue o hino do time adversário (por exemplo, o do São Paulo) e reescreva-o de tal sorte que o hino, que deveria ser uma exaltação, passe a ser uma “autocrítica”.
Lembre-se, portanto, que há dois procedimentos diferentes, neste caso, para a elaboração da paródia.
Vejamos como ela poderia ficar, observando que o texto abaixo é apenas uma das muitas possibilidades existentes.
Procedimento 1: o palmeirense utiliza o seu próprio hino para brincar com os adversários.
"Quando surge o Alviverde imponente. No gramado o Corinthians o aguarda. . Ele sabe o que vem pela frente Goleada, a derrota não tarda.
Até mesmo o tão forte São Paulo. Que ainda pensa que é o maior. Vai largando a arrogância de vez. Quando perde pra nós na final".
Observe que no texto parodiado mantivemos várias das expressões originais e modificamos totalmente outros versos, principalmente os do final da estrofe.
Procedimento 2: o palmeirense utiliza o hino do adversário (São Paulo) para brincar com ele.
"Olhe o Tricolor paulista. Um dos times brasileiros. Eras forte, eras belo. Dentre os grandes és o segundo.
Oh! Tricolor. Clube derrotado. As tuas glórias. São do passado".
Lembre-se de que você deve fazer paródias com elegância. Em hipótese alguma utilize uma linguagem menor, que deponha contra você e, consequentemente, contra o seu próprio time. A paródia aqui proposta é uma brincadeira saudável, jamais uma forma de expressar ideias para magoar quem quer que seja. Portanto, tenha sempre em mente que sua intenção é elaborar um texto bem-humorado. A paixão pelo futebol não deve se misturar a sentimentos mesquinhos.
(Granatic, Branca. Redação: humor e criatividade. São Paulo: Scipione, p.49-51, 1997.)
Conceito de paródia
Olá, caríssimos!
Hoje venho aclarar o conceito de paródia. Trata-se de transformar um texto conhecido pelo público em geral, consagrado, em um novo texto, de cunho humorístico, zombeteiro ou contestador. Muitas vezes o texto parodiado torna-se polêmico, principalmente para aqueles mais conservadores. É preciso, porém, destacar que as paródias ajudam a tornar o seu produtor e seus leitores mais críticos, já que utilizam de liberdade de expressão.
É notório que os adolescentes de hoje gostam de ritmos musicais muito diferentes dos difundidos em outras épocas e criticados por outras gerações. Então, por que não unir o útil ao agradável? Criar uma música que leve em consideração o gosto de vocês e seja instrutiva, além de criticar o que está sendo exibido claramente, na novela das 8, por exemplo, com cenas de drogas, violência, sexo, etc. e o pior, em horário nobre!!!
Fica como dica o vídeo exibido pela MTV, intitulado Gaiola das Cabeçudas, uma sátira ao vídeo Gaiola das Popozudas.
É isso aí: de A de Aleijadinho, passando por Einstein e pedindo para tocar "um Vivaldi aí", se vocês não conhecem metade dos ilustres famosos apresentados neste funk, precisam ficar atualizados.
Abraços!
Bom final de semana e um excelente carnaval!
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Texto Original CERVEJA.
Hoje é sexta-feira, chega de canseira. Nada de tristeza, pegue uma cerveja. E põe na minha mesa. Hoje é sexta-feira, traga mais cerveja. Tô de saco cheio, tô pra lá do meio. Da minha cabeça.
Chega de aluguel, chega de patrão. O coração no céu. O sol no coração.
Pra tanta solidão:Cerveja, cerveja, cerveja, cerveja. Cerveja.(Leandro e Leonardo)
Paródia CÊ VEJA.
É segunda-feira, dia de canseira. Chego em minha casa. Abro a geladeira. A situação tá feia.
É segunda-feira, só dá mais tristeza. Vou até a gaveta. Pego as minhas contas. Boto sobre a mesa.
Devo o aluguel. Já faz um tempão. Meu nome já está sujo. Venceu a prestação. É tanta conta irmão.
Cê veja, cê veja, cê veja, cê veja. Cê veja: a minha situação! (Chalimar Rocco)